TG 163 – Turma/1962 -V Lélio Cesar 12/05/2002
O estande de tiro do TG 163 foi pródigo em aprontos e confusões com a turma de 1962 como o episódio em que o parceiro Juca inadvertidamente jogou estrume de vaca no rosto do sargento, episódio que será narrado no próximo capítulo. É importante destacar que esta matéria – estrume - além de possuir propriedades que fazem dela excelente adubo para fazer vicejar verduras e plantas em geral, revelou-se também matéria prima de primeira para provocar encrencas. O caso é que não havia como colocar todos os 180 recrutas praticando exercícios de tiro de uma só vez. Enquanto oito ou dez atiravam e outro tanto ajudava os sargentos na tarefa de arrumar os alvos, controlar os tiros e fazer as anotações necessárias, os demais, em número aproximado de 160, ficavam sem função, soltos, e isto resultava em grandes aprontos. As guerras com estrume eram permanentes e às vezes até frutos serviam como armas.
Um estande de tiro de TG moderno e atual.
Dois episódios muito engraçados merecem registro neste espaço, mas antes de contá-los faço um parêntesis para pedir desculpas aos parceiros por estar revelando experiências pessoais, mas são elas que estão mais vivas na memória. Afinal, lá se vão mais de 40 anos.
Pavio curto O atirador 90, José Augusto Viegas, de saudosa memória, era o típico “pavio curto” e a turma sentia grande prazer em provocá-lo para ver a reação, quase sempre espalhafatosa: “Vai empurrar a mãe, fdp”, era sua reação ao primeiro esbarrão, seguida de impropérios de todo tipo. Naquela manhã fria travava-se mais uma batalha campal com. Alguns recrutas alheios à guerra formaram um grupo de piadas ao lado da casa de alvos. Sentaram-se em círculo e no centro da roda estava o Atirador 90 - Viegas, deitado de barriga para cima. Uma explicação é necessária neste ponto da narrativa: bois e vacas costumam se aliviar parados e deixam no chão um bolo de estrume em formato redondo e chato, feito um disco voador ou pizza. O sol vai secando a massa lentamente de cima para baixo, mas a parte inferior permanece úmida e mole. Foi um desses que eu peguei, suculento como uma pizza grande de massa grossa e bem recheada. A idéia era espalhar a roda de recrutas atirando o bolo no meio dela, mas para isto teria de fazer um arremesso certeiro. Coloquei-me então no lado oposto ao grupo, em local acobertado pela casa de alvos. Calculei bem a distância e atirei a pizza de estrume por cima da casa. Enquanto o projétil fazia sua trajetória, corri dando a volta na casa para ver o resultado.
Parceiro, nem te conto. Cheguei no momento exato em que o atirador 90, José Augusto Viegas punha-se de pé num salto e colérico como um possuído pôs-se a gritar correndo em círculos: “fdp, vai jogar bosta de vaca na cara da mãe, fdp, se eu pego o fdp que fez isto, eu mato” e outros impropérios impublicáveis.
O arremesso fora preciso, a pizza de estrume acertou em cheio o seu rosto e sua gritaria provocou o caos, uma confusão divina. Quem não assistiu a cena, incluindo os sargentos, procurava saber o que havia se passado, mas ninguém conseguia explicar nada e durante muito tempo o lance rendeu boas gargalhadas.
Mamão maduro Em outra ocasião o protagonista foi o Itar Ogawa, outro grande companheiro. Ele se preparava para saborear um mamão maduro que acabara de colher quando o acertei com um chumaço de estrume seco. Sem pensar duas vezes, Itar correu atrás de mim decidido a revidar o ataque com uma mamãozada. Para tentar escapar da ameaça, cruzei correndo a área de tiros onde um dos sargentos estava à frente de uma mesa fazendo o controle. Nesse momento Itar arremessou o mamão maduro, eu me abaixei e a fruta explodiu em cima da mesa espalhando pedaços para todo lado. O rosto do sargento ficou salpicado de caroços e pedaços de mamão, deixando-o possesso de raiva. Para não levar castigo mais duro, Itar teve de se humilhar e sujeitou-se a limpar a lambança com a língua. O sargento obrigou-o a lamber a mesa e os papéis onde anotava a performance dos tiros.
Felizmente a arma desta vez foi um inocente mamão e não o costumeiro estrume de vaca. A humilhação foi grande, mas pelo menos Itar Ogawa escapou de pegar uma suspensão ou até ser expulso do TG. Como complemento ao castigo, nós dois ganhamos uma semana inteirinha de faxina e alguns turnos extras de guarda na sede do TG. Quer saber, parceiro? Valeu a pena, porque não há dinheiro que pague uma boa cena de humor.
Primeiro ministro chinês começa passagem da tocha paraolímpica (Das agências internacionais em Pequim (CHN)) Após o fim dos Jogos Olímpicos, já foi dado início ao revezamento da tocha das Paraolimpíadas, que terão início no próximo dia 6, com a cerimônia de abertura da competição, em Pequim. O responsável por inaugurar o tradicional percurso da chama na China foi o primeiro ministro chinês Wen Jiabao. O evento foi realizado no Templo do Céu, no sul da capital chinesa, homologando o ato realizado em março deste ano, na Grécia, que resultará na chegada ao estádio Ninho de Pássaro, na abertura dos Jogos. Várias pessoas participaram da cerimônia, sendo que o atleta paraolímpico chinês Jiang Xintian, surdo-mudo, foi responsável por acender a chama, com o auxílio de um espelho côncavo. Depois o símbolo foi passado ao primeiro ministro, que declarou o início do revezamento. A tocha passará por diversas regiões chinesas antes de voltar à capital, como Xian, a antiga capital imperial, e Shenzhen, maior centro industrial do país. Também estiveram presentes no evento o presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, Phil Craven, e o presidente da Federação Chinesa de Deficientes, Deng Pufang. Primeiro ministro exibe a tocha dos Jogos Paraolímpicos, em ato realizado na China
Performance em Pequim antecede o acendimento da pira olímpica marcando o início dos Jogos Paraolímpicos A 13ª edição dos Jogos Paraolímpicos em Pequim, deverá reunir cerca de 4 mil atletas, provenientes de 150 países dos cinco continentes. Desde os Jogos Olímpicos de Seul, em 88, a Parolimpíada é realizada logo em seguida aos Jogos Olímpicos. Os atletas utilizam a mesma estrutura de competições e Vila Olímpica. Mais de 44 mil voluntários ajudarão durante os Jogos Paraolímpicos, que acontecem de 6 a 17 de setembro, segundo informaram os organizadores. Cerca de 90% deles já colaboraram com a organização durante os Jogos Olímpicos e são procedentes de 27 países e regiões, informou Liu Jian, diretor do departamento de voluntários do Comitê Organizador dos Jogos (Bocog).
Jogos Paraolímpicos Fu Niu Lele - Mascote dos Jogos paraolímpicos de Pequim 2008 História dos Jogos Paraolímpicos (Paraolimpíada) Os Jogos Paraolímpicos são o equivalente aos Jogos Olímpicos, com provas restritas a atletas com deficiências físicas, visuais ou mentais. A partir de 2000, porém, os deficientes mentais foram excluídos dos jogos. O neurologista Sir Ludwig "Poppa" Guttmann é considerado o pai dos Jogos Paraolímpicos. Guttmann nasceu na cidade de Toszek na Alemanha (atualmente pertence a Polônia). Para escapar da perseguição aos judeus, fugiu para a Inglaterra em 1944. Quatro anos depois começou a realizar competições com veteranos da II Guerra Mundial com lesões na medula. O sucesso da competição fez levar a realização de uma competição mundial nos mesmos moldes das Olimpíadas. Em 1960 foram realizados a primeira versão dos Jogos Paraolímpicos em Roma e em 1976 dos Jogos Paraolímpicos de Inverno em Örnsköldsvik, Suécia. A partir de 19 de Junho de 2001, foi assinado um acordo entre o Comité Olímpico Internacional e o Comité Paralímpico Internacional que determina que os Jogos Paraolímpicos serão realizados em paralelo com os Jogos Olímpicos. Os últimos Jogos Paraolímpicos foram os IX Jogos Paraolímpicos de Inverno, realizados em Turim, na Itália, entre 10 de Março e 19 de Março de 2006. Os XIII Jogos Paraolímpicos de Verão serão realizados em Pequim de 6 a 17 de setembro. A abertura está marcada para o dia 6 de setembro.
As modalidades em disputa, em númerom de 19, serão as seguintes:
Arco e Flecha, Atletismo, Basquete em cadeira de rodas, Bocha, Ciclismo, Esgrima, Futebol de 5, Futebol de 7, Goalball, Supino, Equitação, Judo, Natação, Rugby, Tênis de mesa, Tênis em cadeira de rodas, Tiro, Vela, Vôlei.
Performance em Pequim antecede o acendimento da pira olímpica marcando o início dos Jogos Paraolímpicos A 13ª edição dos Jogos Paraolímpicos em Pequim, deverá reunir cerca de 4 mil atletas, provenientes de 150 países dos cinco continentes. Desde os Jogos Olímpicos de Seul, em 88, a Parolimpíada é realizada logo em seguida aos Jogos Olímpicos. Os atletas utilizam a mesma estrutura de competições e Vila Olímpica. Mais de 44 mil voluntários ajudarão durante os Jogos Paraolímpicos, que acontecem de 6 a 17 de setembro, segundo informaram os organizadores. Cerca de 90% deles já colaboraram com a organização durante os Jogos Olímpicos e são procedentes de 27 países e regiões, informou Liu Jian, diretor do departamento de voluntários do Comitê Organizador dos Jogos (Bocog).
Jogos Paraolímpicos Fu Niu Lele - Mascote dos Jogos paraolímpicos de Pequim 2008 História dos Jogos Paraolímpicos (Paraolimpíada) Os Jogos Paraolímpicos são o equivalente aos Jogos Olímpicos, com provas restritas a atletas com deficiências físicas, visuais ou mentais. A partir de 2000, porém, os deficientes mentais foram excluídos dos jogos. O neurologista Sir Ludwig "Poppa" Guttmann é considerado o pai dos Jogos Paraolímpicos. Guttmann nasceu na cidade de Toszek na Alemanha (atualmente pertence a Polônia). Para escapar da perseguição aos judeus, fugiu para a Inglaterra em 1944. Quatro anos depois começou a realizar competições com veteranos da II Guerra Mundial com lesões na medula. O sucesso da competição fez levar a realização de uma competição mundial nos mesmos moldes das Olimpíadas. Em 1960 foram realizados a primeira versão dos Jogos Paraolímpicos em Roma e em 1976 dos Jogos Paraolímpicos de Inverno em Örnsköldsvik, Suécia. A partir de 19 de Junho de 2001, foi assinado um acordo entre o Comité Olímpico Internacional e o Comité Paralímpico Internacional que determina que os Jogos Paraolímpicos serão realizados em paralelo com os Jogos Olímpicos. Os últimos Jogos Paraolímpicos foram os IX Jogos Paraolímpicos de Inverno, realizados em Turim, na Itália, entre 10 de Março e 19 de Março de 2006. Os XIII Jogos Paraolímpicos de Verão serão realizados em Pequim de 6 a 17 de setembro. A abertura está marcada para o dia 6 de setembro.
As modalidades em disputa, em númerom de 19, serão as seguintes:
Arco e Flecha, Atletismo, Basquete em cadeira de rodas, Bocha, Ciclismo, Esgrima, Futebol de 5, Futebol de 7, Goalball, Supino, Equitação, Judo, Natação, Rugby, Tênis de mesa, Tênis em cadeira de rodas, Tiro, Vela, Vôlei.
CULTURA (in) ÚTIL
Ford Model T Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Henry Ford (Springwells, 30 de Julho de 1863 — Dearborn, 7 de Abril de 1947) foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria norte-americanos. Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos EUA. Como único dono da Ford Company, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo. Ford Modelo T, conhecido no Brasil como Ford de Bigode, foi o produto da fábrica norte-americana que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automobilística, tanto que foi escolhido como o Carro do Século XX. Vigésimo projeto da marca, a partir de 1903, foi produzido por 19 anos entre os anos de 1908 e 1927. O Ford Model T foi apresentado no dia 1 de outubro de 1908. Ele tinha muitas inovações importantes, como o volante no lado esquerdo, o que foi logo copiado por todas as outras companhias. O motor e o câmbio eram totalmente fechados. Os 4 cilindros eram fundidos em um bloco sólido, e a suspensão usava duas molas semi-elípticas. O carro era muito simples de se dirigir e, o mais importante, sua manutenção era barata. O veículo era tão barato em 1908, custando US$ 825,00 (o preço caía todo ano) que na década de 1920 a maioria dos motoristas norte-americanos aprenderam a dirigir o Modelo T, o que deixou boas memórias para milhões de pessoas. Ford criou um sólido sistema de publicidade Detroit para garantir que cada jornal transmitisse notícias e anúncios sobre o novo produto. A rede de concessionários locais de Ford tornou o carro onipresente em praticamente todas as cidades da América do Norte. Como revendedores independentes, as franquias enriqueceram e fizeram a propaganda não apenas de Ford, mas também do próprio conceito de automobilismo; clubes locais de automóveis surgiram para ajudar novos motoristas e para explorar o campo. Ford foi sempre ávido para vender aos fazendeiros, que viram no veículo um dispositivo comercial ajudar em seus negócios. As vendas subiram rapidamente - vários anos tiveram 100% de lucros em relação ao ano anterior. Linha de montagem em 1913 - uma revolução na indústria automobilística.
Sempre na busca de maior eficiência e menores custos, em 1913 Ford introduziu a montagem em esteiras em movimento nas suas instalações, o que permitiu um enorme aumento da produção. Embora seja atribuído a Henry Ford o invento, fontes contemporâneas indicam que o conceito e sua evolução vieram dos funcionários Clarence Avery, Peter E. Martin, Charles E. Sorensen, e C. H. Wills. As vendas ultrapassaram 250.000 unidades em 1914. Por volta de 1916, tendo o preço baixado para US$360,00 para os carros de passeio básicos, as vendas atingiram 472.000 unidades.
Um modelo de Ford T raro e inteiro: não é preto.
Por volta de 1918, metade dos carros na América do Norte eram Modelos T. A alta produção conseguida por Ford tem como característica marcante a escolha de uma única cor de veículo, que era preta. Desta forma, ele conseguia montar os veículos sem ter que diferenciar o processo de pintura. Existe uma frase famosa que Ford escreveu em sua autobiografia sobre a escolha da cor do veículo: "O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto". Antes do desenvolvimento da linha de montagem, que exigia a cor preta por sua secagem mais rápida, o Modelo T era disponível em outras cores, incluindo o vermelho. Esse esquema era veementemente defendido por Henry Ford, e a produção continuou até 1927; a produção final total foi de 15.007.034 unidades.
Ford Modelo T - ainda em atividade no Século XXI
Ford Model T Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Henry Ford (Springwells, 30 de Julho de 1863 — Dearborn, 7 de Abril de 1947) foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria norte-americanos. Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos EUA. Como único dono da Ford Company, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo. Ford Modelo T, conhecido no Brasil como Ford de Bigode, foi o produto da fábrica norte-americana que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automobilística, tanto que foi escolhido como o Carro do Século XX. Vigésimo projeto da marca, a partir de 1903, foi produzido por 19 anos entre os anos de 1908 e 1927. O Ford Model T foi apresentado no dia 1 de outubro de 1908. Ele tinha muitas inovações importantes, como o volante no lado esquerdo, o que foi logo copiado por todas as outras companhias. O motor e o câmbio eram totalmente fechados. Os 4 cilindros eram fundidos em um bloco sólido, e a suspensão usava duas molas semi-elípticas. O carro era muito simples de se dirigir e, o mais importante, sua manutenção era barata. O veículo era tão barato em 1908, custando US$ 825,00 (o preço caía todo ano) que na década de 1920 a maioria dos motoristas norte-americanos aprenderam a dirigir o Modelo T, o que deixou boas memórias para milhões de pessoas. Ford criou um sólido sistema de publicidade Detroit para garantir que cada jornal transmitisse notícias e anúncios sobre o novo produto. A rede de concessionários locais de Ford tornou o carro onipresente em praticamente todas as cidades da América do Norte. Como revendedores independentes, as franquias enriqueceram e fizeram a propaganda não apenas de Ford, mas também do próprio conceito de automobilismo; clubes locais de automóveis surgiram para ajudar novos motoristas e para explorar o campo. Ford foi sempre ávido para vender aos fazendeiros, que viram no veículo um dispositivo comercial ajudar em seus negócios. As vendas subiram rapidamente - vários anos tiveram 100% de lucros em relação ao ano anterior. Linha de montagem em 1913 - uma revolução na indústria automobilística.
Sempre na busca de maior eficiência e menores custos, em 1913 Ford introduziu a montagem em esteiras em movimento nas suas instalações, o que permitiu um enorme aumento da produção. Embora seja atribuído a Henry Ford o invento, fontes contemporâneas indicam que o conceito e sua evolução vieram dos funcionários Clarence Avery, Peter E. Martin, Charles E. Sorensen, e C. H. Wills. As vendas ultrapassaram 250.000 unidades em 1914. Por volta de 1916, tendo o preço baixado para US$360,00 para os carros de passeio básicos, as vendas atingiram 472.000 unidades.
Um modelo de Ford T raro e inteiro: não é preto.
Por volta de 1918, metade dos carros na América do Norte eram Modelos T. A alta produção conseguida por Ford tem como característica marcante a escolha de uma única cor de veículo, que era preta. Desta forma, ele conseguia montar os veículos sem ter que diferenciar o processo de pintura. Existe uma frase famosa que Ford escreveu em sua autobiografia sobre a escolha da cor do veículo: "O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto". Antes do desenvolvimento da linha de montagem, que exigia a cor preta por sua secagem mais rápida, o Modelo T era disponível em outras cores, incluindo o vermelho. Esse esquema era veementemente defendido por Henry Ford, e a produção continuou até 1927; a produção final total foi de 15.007.034 unidades.
Ford Modelo T - ainda em atividade no Século XXI
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